De vez em quando a gaija precisava de se isolar um pouco. Isolar-se da dor, das pessoas que não conhecia, do choro...e tentou captar alguns pormenores da aldeia do pai do gaijo. Umas lembranças para os meus filhos, sobretudo para o Raphaël que pouco se vai lembrar dele.
A paz do campo...as uvas que o pai da casa "roubava" quando ia brincar para o monte.
O "reserva" de vinho do avô (que vai ser distribuido agora.)
As pedras da aldeia.
Simbolos da religiosidade num beco da aldeia.
A fonte no meio da aldeia onde os animais iam matar a sede.
A capelinha construida pelo povo.
Os paralelos que me deram cabo dos saltos altos!
A arvore centenària da aldeia.
Quem diria? Mas afinal sempre fui a Portugal este ano!! Pena ter sido pelas circunstâncias que foram!
3 comentários:
:-((
e como está o teu gaijo?
A aguentar-se ou nem por isso?
Beijinhos nossos e força
:-(
Os meus sentimentos :-(
Muita força!
Um beijinho grande.
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